1. Se faz cada vez mais insistente a necessidade de afirmar o ministério feminino como sinal de emancipação: tu o que pensas disso?


Eu julgo o facto de em cada vez mais Igrejas Evangélicas (incluindo algumas Igrejas Pentecostais) à mulher ser permitido ocupar na Igreja ofícios como o de pastor ou de ensinador da Palavra uma coisa errada porque contrasta aquele que é o são ensinamento da Palavra de Deus. O que diz, de facto, a Palavra de Deus? Ela diz muito claramente: "A mulher aprenda em silêncio, com toda a submissão. Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva. E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão. Salvar-se-á, porém, dando à luz filhos, se permanecer na fé, no amor e na santificação com modéstia" (1 Tim. 2:1-15). Estas palavras de Paulo - como se pode ver - não deixam entrever da maneira mais absoluta que a mulher possa ocupar o ofício de pastor ou de ensinador. Ela, de facto, deve aprender em silêncio com toda a submissão porque não lhe é permitido ensinar. Mas por que não lhe é permitido ensinar? Porque não foi Adão a ser enganado mas a mulher, a qual assim caiu em transgressão. Dizendo isto Paulo não quis dizer que Adão não desobedeceu a Deus, mas somente que não foi ele a ficar enganado por obra do diabo mas a mulher, e de facto, a serpente não se aproximou do homem mas da mulher porque sabia que seria muito mais fácil enganar a mulher. 

Para confirmação de que não se adequa a uma mulher pôr-se a pregar ou ensinar a Palavra de Deus recordamos que segundo a lei de Moisés aqueles que por ordem de Deus deviam ensinar ao povo a lei eram homens, com efeito, Deus escolheu os Levitas para lhes confiar esta tarefa conforme está escrito: "Sejam teu Tumim e teu Urim para o teu homem santo, que provaste em Massá, com quem contendeste junto às águas de Meribá; aquele que disse de seu pai e de sua mãe: Nunca os vi, e não reconheceu a seus irmãos, e não conheceu a seus filhos; pois esses levitas guardaram a tua palavra e observaram o teu pacto. Ensinarão os teus preceitos a Jacó, e a tua lei a Israel; chegarão incenso ao seu nariz, e porão holocausto sobre o teu altar" (Deut. 33:8-10). Portanto também a lei confirma que não é a mulher mas o homem a ter que ensinar a Palavra de Deus

Mas quero também recordar para confirmação desta proibição de pregar e ensinar para a mulher que Jesus escolheu primeiro doze homens e depois outros setenta ainda homens para enviá-los a pregar o Evangelho do Reino de Deus (cfr. Mat. 10:1-4; Lucas 10:1-12). As mulheres não tiveram nenhum mandato da parte de Cristo para a pregação do Evangelho. As mulheres que seguiam Jesus todavia tinham tarefas importantes, com efeito, assistiam Jesus e os seus discípulos com os seus bens conforme está escrito: "Logo depois disso, andava Jesus de cidade em cidade, e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus; e iam com ele os doze, bem como algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demónios . Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, Susana, e muitas outras que os serviam com os seus bens" (Lucas 8:1-3). Também depois que Jesus foi elevado ao céu as mulheres no seio da Igreja não se dedicavam à pregação e ao ensinamento da Palavra de Deus, com efeito, está escrito que os crentes antigos "eram perseverantes em atender ao ensinamento dos apóstolos " (Actos 2:42). A única mulher de quem no Novo Testamento se diz que ensinava era Jezabel que em Tiatira se dizia profetisa e ensinava a fornicar e a comer coisas sacrifícadas aos ídolos portanto ensinava heresias. Este caso deveria fazer reflectir seriamente todos aqueles que permitem que a mulher ensine.

Para então recapitular, na Igreja do Deus vivo, coluna e base da verdade, não deve ser feita pastor nenhuma mulher, como não deve ser eleita para o ofício de ancião nenhuma mulher; sejam estes postos ocupados só por homens. A mulher todavia pode ocupar o ofício de diácono na igreja - obviamente se tiver os requisitos bíblicos - porque entre as características que deve ter o diácono para ser eleito não está o de ser apto para ensinar (cfr. 1 Tim. 3:8-13), porque o diácono desempenha exclusivamente serviços assistenciais. A Escritura fala de uma diaconisa, da irmã Febe que era diaconisa da Igreja de Cencréia (cfr. Rom. 16:1-2). 

Uma palavra agora sobre a emancipação feminina que está na raiz desta desenfreada corrida e desta ambição da mulher pelo ofício de pastor ou de ensinador na Igreja. Basta considerar que esta emancipação se propõe a levar a mulher crente a querer ocupar os papéis que na Igreja de Deus se adequam - por ordem de Deus - só aos homens, para perceber como a emancipação feminina não é algo que vem de Deus mas do diabo que é o enganador de todo o mundo. Esta chamada emancipação feminina não se propõe mais do que trazer confusão também para o seio da Igreja; digo também porque a confusão e a desordem esta emancipação - quando consegue entrar na mulher - começa a trazer em primeiro lugar para a família, onde o marido deve começar senão mesmo a ser submisso à mulher certamente a obedecer à mulher em não poucas coisas. 'Somos iguais, temos os mesmos direitos, por que é que tu deves ter domínio sobre mim?', diz a mulher. 'As tuas são pretensões que afundam as raízes na antiguidade já ultrapassada', prossegue ela. 'Portanto, eu não devo estar submissa a ti', prossegue ainda a mulher ' emancipada'. 'E se eu não devo estar submissa a ti como a nenhum outro homem, posso também eu ser o pastor ou o ancião na igreja', conclui a mulher. Não, mulher, tu erras grandemente, te rebelaste a Deus começando a raciocinar desta maneira perversa que não se adequa a uma mulher que faz profissão de piedade. Tu deves arrepender-te destes maus pensamentos e voltar a ser submissa ao teu marido que é o teu cabeça e em geral ao homem, e como sinal desta submissão ao homem deves ter sobre a cabeça o véu quando oras ou profetizas. Pára de usar autoridade sobre o teu marido, ele é o teu cabeça; e pára também de procurar ser pastor ou ancião na igreja . Põe-te a aprender em silêncio, com um espírito de submissão e de reverência para com o homem. Só assim poderás dizer-te uma mulher verdadeiramente emancipada; sim, porque serás liberta do laço do diabo que te capturou para que tu fizesses a sua vontade. 

Àqueles irmãos que permitem à mulher pôr-se a pregar ou ensinar na Igreja quero dizer isto: 'Parai de conceder à mulher tudo isto porque assim fazendo estais trazendo confusão para a Igreja, estais encorajando a mulher a usar autoridade tanto sobre o marido como sobre o homem em geral coisa esta que como disse acima contrasta a verdade'.

 

 

Índice