Capítulo 2
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Russell dizia que Deus não é trino, em outras palavras negava que a Divindade seja composta pelo Pai, pelo Filho e pelo Espírito Santo, e de facto disse: ‘...é denominada doutrina da Trindade! Ela declara, no catecismo, haver ‘três pessoas num só Deus e elas são o Pai o Filho e o Espírito Santo, iguais em substância, em poder e em glória’. Esta concepção podia admitir-se nas épocas obscuras, em que reinavam as trevas e vigoravam os mistérios - de que ela fazia parte - os quais são irracionais e anti-escriturais’ (Charles Taze Russell, Estudos das Escrituras , s.d., impresso na América, série V, Numa mente entre Deus e o homem [A reconciliação entre Deus e o homem], pag. 148) [ 1 ], e: ‘...doutrina de homens, que não encontra nenhum apoio na Palavra de Deus’ (Russell, op. cit., pag. 41), e ainda: ‘Em nenhum lugar nas Escrituras é alguma vez feita menção de uma trindade’ (ibid., pag. 92). As Testemunhas de Jeová afirmam a mesma coisa. Na sua revista A Sentinela lê-se de facto: ‘A doutrina da Trindade não honrou Deus aproximando mais as pessoas dele. Ao contrário, desvirtuou gravemente a identidade dele. É portanto evidente que aqueles que contribuíram para o desenvolvimento desta doutrina tinham apostatado do verdadeiro cristianismo’, e mais adiante no artigo é dito que esta doutrina afunda as suas origens no paganismo e que a nossa adoração ‘exige que rejeitemos com firmeza todas as falsidades religiosas pagãs’ entre as quais a Trindade (A Sentinela, 1 de Julho de 1984, pag. 8). No seu livro Seja Deus verdadeiro lê-se: ‘Se nos lembrarmos das palavras do apóstolo que "Deus não é Deus de confusão" (...) veremos logo que esta doutrina não é de Deus’ (Seja Deus verdadeiro, Brooklyn - Watchtower 1949, pag. 80). |
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A Escritura testifica claramente que a Divindade é composta por três Pessoas, ou seja, o Pai, o Filho e o Espírito Santo |
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Na Escritura não é mencionado o termo Trindade [ 2 ]; mas não se pode dizer que nela não esteja mencionado o conceito da Trindade porque as seguintes Escrituras testificam que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são três pessoas [ 3 ] divinas distintas (que existem desde sempre e existirão para sempre), e que ao mesmo tempo são um só Deus [ 4 ]. |
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Ÿ "Então veio Jesus da Galiléia ter com João, junto do Jordão, para ser baptizado por ele. Mas João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser baptizado por ti, e vens tu a mim? Jesus, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então ele o permitiu. E, sendo Jesus baptizado, saiu logo da água, e eis que que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele. E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo" (Mat 3:13-17). Neste evento que se verificou no Jordão vemos o Pai que falou do céu, o Filho que estava na terra que foi baptizado por João, e o Espírito Santo que desceu sobre ele em forma corpórea como uma pomba. |
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Ÿ Jesus disse aos seus discípulos: "Se me amais, guardareis os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade..." (João 14:15-17). Jesus, enquanto estava ainda na terra com os seus discípulos, era o Consolador que Deus tinha enviado para consolar os que estavam tristes, mas como Ele tinha que voltar ao Pai que o tinha enviado, rogou ao Pai para dar aos seus discípulos um outro Consolador, o Espírito Santo o qual ficaria com eles para sempre. O Pai portanto, suplicado pelo seu Filho, enviou o Espírito da verdade para suprir as necessidades que se vieram a criar com a partida do seu Filho. O conceito da Trindade está evidente nas palavras de Jesus. |
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Ÿ Jesus, antes de ser assunto ao céu, disse aos seus discípulos: "Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, baptizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo...." (Mat. 28:19). O baptismo na água, que recordamos não purifica dos pecados porque é a indagação de uma boa consciência para com Deus, deve ser ministrado em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. O Senhor nunca teria ordenado uma semelhante coisa se Ele, o Pai e o Espírito Santo não fossem um. |
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Ÿ Paulo diz aos Romanos: "E, se o Espírito daquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dentre os mortos ressuscitou a Cristo também vivificará os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita" (Rom. 8:11). Nestas palavras encontramos Deus Pai que ressuscitou Jesus; o Filho que foi por Ele ressuscitado; e o Espírito Santo que Ele enviou aos nossos corações. Também aqui o conceito da Trindade está expresso de maneira clara. |
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Ÿ Paulo, no término de uma das suas epístolas aos Coríntios, escreveu: "A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com vós todos" (2 Cor. 13:13). Também aqui as três pessoas são nomeadas distintamente, mas apesar disso são uma mesma coisa. |
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Ÿ Paulo aos Efésios diz: "Há... um só Espírito...Há um só Senhor... um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos e por todos e em todos" (Ef. 4:4,5,6). Também por estas palavras compreendemos como as três pessoas divinas de que é composta a Divindade, são distintas entre si mas unidas entre si em perfeita unidade. |
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Ÿ Paulo disse aos Coríntios: "Ora há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos" (1 Cor. 12:4-6). Notai como Paulo menciona primeiro o Espírito, depois o Senhor Jesus Cristo e depois Deus. Também estas suas palavras fazem perceber como estas três pessoas divinas, apesar de distintas umas das outras, são um mesmo Deus. |
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Ÿ A Escritura condena as três blasfémias dirigidas às três pessoas da Divindade. Quem blasfema o nome de Deus se faz culpado de um pecado porque está escrito: "Contra Deus não blasfemarás" (Ex. 22:28); também quem blasfema contra o Filho do homem e contra o Espírito Santo se faz culpado de um pecado. Mas o facto é que enquanto aqueles que blasfemam contra Deus e contra o Filho do homem podem ser perdoados, quem blasfema contra o Espírito Santo não pode obter a remissão do seu pecado, porque Jesus disse: "Todos os pecados serão perdoados aos filhos dos homens, bem como todas as blasfémias que proferirem; mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca mais terá perdão, mas será réu de pecado eterno" (Mar. 3:28-29). Estas palavras do Senhor nos fazem perceber como o Espírito Santo é uma pessoa divina distinta do Filho de Deus e do Pai; por isso nós quando falamos do Filho não falamos do Espírito Santo e vice-versa; e por que razão quando falamos do Pai não falamos nem do Filho e nem do Espírito Santo, porque os três são diferentes. Para vos fazer compreender este conceito falo-vos desta maneira: nós não podemos dizer que o Pai do nosso Senhor Jesus Cristo morreu na cruz pelos nossos pecados, porque isso não corresponde à verdade, de facto a Escritura diz que Cristo, o Filho de Deus, morreu na cruz, e não o Pai. Nós não podemos dizer também que o Espírito Santo tenha morrido pelos nossos pecados porque também isso não é verdade. Nós não podemos dizer também que o Espírito Santo baptiza com o Espírito Santo porque a Escritura testifica que é Cristo que baptiza com o Espírito Santo e com fogo. Porém, apesar de devermos nomear separadamente o Pai, o Filho e o Espírito Santo, e as suas características, sabemos que os três são uma mesma coisa. Irmãos, nos encontramos perante um mistério, por isso as nossas palavras não conseguem explicá-lo [5 ]. E a propósito de mistérios, a respeito da Trindade que não é compreensível à mente humana, a revista A Sentinela afirma: ‘Não há algo de estranho num conceito de Deus que resulta inexplicável? Deus pode ser honrado por um conceito que ‘ninguém percebe’? Os verdadeiros cristãos devem conhecer o Deus que adoram. Não há espaço para os mistérios!’ (A Sentinela, 1 de Julho de 1984, pag. 7). Vãos raciocínios que mostram como as Testemunhas de Jeová recusam aceitar tudo o que segundo elas não é racional para a mente humana. Mas elas esquecem que Zofar de Naamá disse: "Podes tu descobrir as profundezas de Deus, ou chegar a conhecer perfeitamente o Todo-Poderoso? Trata-se de coisas mais altas do que o céu; que poderás tu fazer? de coisas mais profundas do que o Seol; como as conhecerás?" (Jó 11:7-8); palavras estas que se podem muito bem aplicar também ao conceito de Deus trino. Não se pode pois afirmar que não há espaço para os mistérios; porque o espaço dedicado aos mistérios acerca de Deus, da sua natureza e do seu modo de agir há e é vasto. Mas ainda que hajam mistérios divinos a nós não revelados nós estamos perfeitamente conscientes de ter conhecido Deus porque João diz: "Eu vos escrevi, filhos, porque conhecestes o Pai" (1 João 2:13); e também: "Qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus" (1 João 4:7). É evidente porém que isto não significa que para nós tudo é claro e não restam mais mistérios a respeito de Deus porque também está escrito: "Em parte conhecemos" (1 Cor. 13:9) e também que "agora vemos como por espelho, em enigma" (1 Cor. 13:12). Mas vem o dia em que conheceremos plenamente como também fomos plenamente conhecidos. A Deus seja a glória eternamente. Amen. |
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Jesus nos dias da sua carne fez menção da perfeita unidade que havia entre ele e o Pai de diversas maneiras. Ele disse: "Eu e o Pai somos um" (João 10:30); "Na vossa lei está também escrito que o testemunho de dois homens é verdadeiro. Eu sou o que testifico de mim mesmo, e de mim testifica também o Pai que me enviou" (João 8:17-18); "Crede-me que estou no Pai, e o Pai em mim" (João 14:11); "Tudo quanto o Pai faz, o Filho o faz igualmente. Porque o Pai ama o Filho, e mostra-lhe tudo o que faz; e ele lhe mostrará maiores obras do que estas, para que vos maravilheis. Pois, assim como o Pai ressuscita os mortos, e os vivifica, assim também o Filho vivifica aqueles que quer. E também o Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo; para que todos honrem o Filho, como honram o Pai" (João 5:19-23); "Porque, como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo; e deu-lhe o poder de exercer o juízo, porque é o Filho do homem" (João 5:26-27); "Quem crê em mim, crê, não em mim, mas naquele que me enviou. E quem me vê a mim, vê aquele que me enviou" (João 12:44-45); "Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai" (João 14:7); "Ninguém conhece plenamente o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece plenamente o Pai, senão o Filho" (Mat. 11:27); "Tudo quanto o Pai tem é meu" (João 16:15); "E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um. Eu neles, e tu em mim" (João 17:22-23). Para explicar esta perfeita união e colaboração que existia e existe ainda entre o Filho e o Pai poremos agora em confronto entre si algumas passagens da Escritura. |
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Ÿ Jesus falou aos Judeus da sua ressurreição desta maneira: "Derribai este templo, e em três dias o levantarei" (João 2:19), fazendo perceber que ele mesmo ressuscitaria o seu corpo depois que ele fosse morto [ 6 ]; enquanto Pedro disse aos Judeus: "Matastes o Príncipe da vida, ao qual Deus ressuscitou dentre os mortos" (Actos 3:15), fazendo claramente perceber que foi Deus a levantar o corpo de Cristo Jesus. |
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Ÿ Jesus, quando prometeu aos seus discípulos o Espírito Santo, disse: "Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas" (João 14:26), e também: "Quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim" (João 15:26), fazendo perceber claramente que o Espírito Santo seria enviado tanto pelo Pai como pelo Filho (permanece o facto porém que o Espírito Santo procede do Pai como disse o próprio Jesus). |
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Ÿ Jesus disse, falando das suas ovelhas: "Dou-lhes a vida eterna" (João 10:28), e na oração que dirigiu ao Pai disse: "Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que também o teu Filho te glorifique a ti; assim como lhe deste poder sobre toda a carne, para que dê a vida eterna a todos quantos lhe deste" (João 17:1-2), fazendo claramente perceber que quem doa a vida eterna é ele. Paulo, ao contrário, diz aos Romanos: "O dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor" (Rom. 6:23), e João diz: "Deus nos deu a vida eterna" (1 João 5:11), fazendo ambos perceber claramente que é Deus a dar a vida eterna. Podemos portanto dizer que a vida eterna a dá tanto o Pai como o Filho. |
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Ÿ Jesus disse: "Porquanto esta é a vontade de meu Pai: Que todo aquele que vê o Filho e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia" (João 6:40). Notai que Jesus aqui disse que será ele a nos ressuscitar a nós que cremos nele. Mas também está escrito que será Deus a nos ressuscitar, de facto, Paulo aos Coríntios disse: "Ora, Deus não somente ressuscitou ao Senhor, mas também nos ressuscitará a nós pelo seu poder" (1 Cor. 6:14). |
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Ÿ Paulo diz aos Romanos: "... entre os quais [Gentios] sois também vós chamados por Jesus Cristo.." (Rom. 1:6). Portanto aquele que nos chamou é Cristo. Mas ainda Paulo diz mais adiante nesta epístola que os que Deus pré-conheceu "também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho; a fim de que ele seja o primogénito entre muitos irmãos. E aos que predestinou a estes também chamou..." (Rom. 8:29-30). Portanto nós fomos chamados por Deus e por Cristo Jesus. |
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Ÿ Paulo diz a Timóteo: "Dou graças àquele que me fortaleceu, a Cristo Jesus nosso Senhor, porque me julgou digno da sua confiança, pondo-me no seu ministério..." (1 Tim. 1:12). Isto significa que Paulo foi aprovado por Cristo que o estimou digno da sua confiança confiando-lhe o ministério da Palavra. O mesmo apóstolo diz aos Tessalonicenses: "... como fomos aprovados por Deus para que o evangelho nos fosse confiado, assim falamos, não para agradar aos homens, mas a Deus, que prova os nossos corações" (1 Tess. 2:4). Portanto ele tinha sido aprovado por Deus e por Cristo Jesus. |
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Ÿ Paulo disse aos anciãos de Éfeso: "Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus..." (Actos 20:24). Portanto foi Cristo a estabelecê-lo ministro do Evangelho, e isto o confirmou também a Timóteo quando lhe disse que ele dava graças a Cristo que o julgou digno da sua confiança, pondo-o no ministério a ele que antes tinha sido um blasfemador, um perseguidor, e um injuriador (cfr. 1 Tim. 1:12-13). Mas aos Colossenses Paulo diz que foi Deus a dar-lhe o ministério:‘... eu estou feito ministro segundo a dispensação de Deus, que me foi concedida para convosco, para anunciar na sua plenitude a palavra de Deus" (Col. 1:25). |
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Os seguintes exemplos mostram como o Pai, o Filho e o Espírito Santo operam todas as coisas juntos e de comum acordo. |
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Ÿ O homem foi criado pelo Pai, pelo Filho e pelo Espírito Santo . |
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No livro do Gênesis, a respeito da criação do homem, encontramos escrito: "E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança..." (Gen. 1:26). Estas palavras mostram como Deus, quando falou, usou o verbo no plural e não no singular, de facto ele não disse: ‘Farei’, mas sim: "Façamos ". Com quem falou? Com os anjos porventura? De modo nenhum, porque eles são criaturas. Ele falou com a Palavra que estava com Ele, e com o Espírito eterno que estava também com Ele. |
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Ÿ Deus, a Palavra e o Espírito Santo nos formaram no ventre de nossa mãe . |
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Davi diz a Deus: "Pois tu formaste os meus rins; entreteceste-me no ventre de minha mãe...." (Sal. 139:13). Eliú disse a Jó: "O Espírito de Deus me fez..." (Jó 33:4). João diz que "todas as coisas foram feitas por intermédio dela" (João 1:3) referindo-se à Palavra de Deus; e portanto nós fomos formados pela Palavra de Deus no ventre de nossa mãe. |
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Ÿ O apóstolo Paulo foi enviado a pregar por Deus Pai, pelo Filho e pelo Espírito Santo . |
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A Tito, o apóstolo Paulo diz: "Paulo, servo de Deus, e apóstolo de Jesus Cristo, segundo a fé dos eleitos de Deus, e o conhecimento da verdade, que é segundo a piedade, em esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos dos séculos; mas a seu tempo manifestou a sua palavra pela pregação que me foi confiada segundo o mandamento de Deus, nosso Salvador..." (Tito 1:1-3), fazendo entender que ele foi enviado a pregar por Deus Pai. Aos Coríntios o mesmo apóstolo diz: "Cristo enviou-me, não para baptizar, mas para evangelizar ..." (1 Cor. 1:17), fazendo perceber que ele foi enviado a pregar aos Gentios pelo Filho de Deus. Se depois a estas passagens se acrescentar a que diz: "E assim estes (Barnabé e Saulo), enviados pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre" (Actos 13:4) então notaremos como foram os três, isto é, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, que de comum acordo enviaram Paulo a pregar o Evangelho aos Gentios. |
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Ÿ No que concerne à nossa salvação devemos dizer que os três, isto é, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, operaram juntos em perfeita colaboração . |
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O Pai enviou o Espírito Santo conforme está escrito: ".. o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome..." (João 14:26), o qual nos convenceu do pecado, da justiça e do juízo conforme está escrito: "E quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo" (João 16:8); depois Ele nos trouxe ao Filho conforme disse Jesus: "Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o trouxer" (João 6:44), e também: "Todo o que o Pai me dá virá a mim" (João 6:37); e o Filho nos salvou dos nossos pecados conforme está escrito: "Para a liberdade Cristo nos libertou" (Gal. 5:1). |
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Ÿ O processo de transformação à imagem do Filho de Deus que foi começado em nós e que está ainda prosseguindo é realizado pelas três pessoas da Divindade, nenhuma excluída. Eis as passagens que o confirmam. |
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Paulo aos Filipenses diz: "Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efectuar, segundo a sua boa vontade" (Fil. 2:13). Aos Coríntios ele diz: "o qual [Cristo] não é fraco para convosco, antes é poderoso em vós" (2 Cor. 13:3), e ainda aos Coríntios diz: "Mas todos nós, com rosto descoberto, reflectindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor" (2 Cor. 3:18). |
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Ÿ A obra de santificação é realizada por Deus Pai, pelo Filho e pelo Espírito Santo. As seguintes Escrituras o confirmam: |
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Paulo diz aos Tessalonicenses: "E o próprio Deus da paz vos santifique completamente..." (1 Tess. 5:23). O escritor aos Hebreus afirma: "Pois tanto o que santifica (Cristo) como os que são santificados, vêm todos de um..." (Heb. 2:11). Pedro diz na sua epístola que nós fomos "eleitos segundo a presciência de Deus Pai, pela santificação do Espírito..." (1 Ped. 1:2). |
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Ÿ No que concerne à guia devemos dizer que somos guiados por Deus, pelo seu Cristo e pelo Espírito Santo. As seguintes Escrituras o confirmam. |
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Nos Salmos está escrito de Deus: "Porque este Deus é o nosso Deus para todo o sempre; ele será nosso guia até à morte" (Sal. 48:14). Em Mateus, Jesus diz: "Nem queirais ser chamados guias; porque um só é o vosso Guia, que é o Cristo" (Mat. 23:10). Em João está escrito: "Quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade" (João 16:13). |
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Nós crentes reconhecemos conhecer em parte, reconhecemos que o conhecimento deste mistério é demasiado alto para nós, tão alto que nós não o podemos atingir; a cada um de nós a Escritura diz ainda hoje: "Podes tu descobrir as profundezas de Deus, ou chegar a conhecer perfeitamente o Todo-Poderoso? Trata-se de coisas mais altas do que o céu; que poderás tu fazer? de coisas mais profundas do que o Seol; como as conhecerás? A sua medida é mais comprida do que a terra, e mais larga do que o mar" (Jó 11:7-9). Podemos, por agora, apenas examinar as Escrituras que falam do Pai, do Filho e do Espírito Santo, mas não podemos explicar como os três são uma mesma coisa. Nós não temos três deuses, porque nós não somos politeístas como o são muitas populações na terra; mas nós temos um só Deus, n`Ele cremos, a Ele conhecemos, a Ele amamos, a Ele servimos, Ele é o Deus e Pai do nosso Senhor Jesus Cristo; temos também um só Senhor, o Filho de Deus; e temos também um único Espírito nos nossos corações, que é o eterno do nosso Deus pelo qual clamamos: Aba! Pai! Estas três pessoas são Deus de eternidade a eternidade. Amen. |
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Agora vejamos Escrituras pelas quais se compreende que em nós filhos de Deus habitam tanto o Pai como o Filho como o Espírito Santo. |
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Ÿ A Palavra testifica que Deus o Pai habita em nós com estas palavras. |
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Jesus disse: "Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada" (João 14:23). João diz: "Aquele que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele, em Deus" (1 João 4:15). Paulo diz: "Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei..." (2 Cor. 6:16). |
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Ÿ A Palavra testifica que Jesus Cristo, o Filho de Deus habita em nós destas maneiras. |
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Jesus disse: "Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós... Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto..." (João 15:4,5). Paulo diz aos Efésios: "Me ponho de joelhos perante o Pai... para que, segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais corroborados com poder pelo seu Espírito no homem interior; para que Cristo habite pela fé nos vossos corações..." (Ef. 3:14-17). Aos Colossenses, o mesmo apóstolo diz: "Aos quais (aos santos) Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, esperança da glória" (Col. 1:27). Aos Gálatas: "Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim.." (Gal. 2:20). Aos Romanos: "E, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado..." (Rom. 8:10). Aos Coríntios: "Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós?" (2 Cor. 13:5). |
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Ÿ A Palavra testifica das seguintes maneiras que o Espírito Santo habita em nós (tende presente que Ele é chamado tanto Espírito de Deus como Espírito de seu Filho). |
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Jesus disse: "Vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós" (João 14:17). Paulo diz aos Romanos: "Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele" (Rom. 8:9). Aos Coríntios ele diz: "Não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?" (1 Cor. 6:19). Aos Gálatas: "E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai" (Gal. 4:6). A Timóteo: "Guarda o bom depósito pelo Espírito Santo que habita em nós" (2 Tim. 1:14). Tiago diz: "Ou pensais que em vão diz a escritura: O Espírito que ele fez habitar em nós anseia por nós até o ciúme?" (Tiago 4:5). |
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Como podeis ver irmãos, estas Escrituras falam de maneira clara; em nós está Deus, Cristo Jesus e o Espírito Santo. Mas como podemos compreender tudo isto? Não podemos, podemos apenas aceitá-lo por fé por agora. Ó profundidade da sabedoria e da ciência de Deus, quão inescrutáveis são as suas obras! |
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Russell negava a divindade de Jesus Cristo, de facto disse que Jesus ‘existia como ser espiritual antes que ‘foi feito’ carne e habitou entre os homens. 2) Tanto naquele tempo, como posteriormente, Ele foi apropriadamente conhecido como ‘um deus,’ um poderoso (...) 3) Ele era não só o ser mais elevado da criação de Jehovah, mas também o primeiro ser criado’ (Charles Taze Russell, op. cit., pag. 70-71). E as Testemunhas de Jeová, fiéis ao seu fundador nisto, negam também elas a divindade de Cristo, de facto ensinam que Jesus não é Deus mas uma criatura de Deus, um deus. Eis o que se lê no seu livro Seja Deus verdadeiro: ‘Este não era Jeová Deus, mas estava "existindo na forma de Deus". Como assim? Ele era uma pessoa espiritual, assim como "Deus é um espírito"; era um poderoso, mas não todo-poderoso como é Jeová Deus; também ele existia antes de todas as outras criaturas de Deus, porque foi o primeiro filho que Jeová Deus trouxe à existência (...) e estando acima de todas as outras criaturas, ele era um Deus, mas não o Deus todo-poderoso, que é Jeová’ (Seja Deus verdadeiro, pag. 34,35). E num dos muitos artigos contra a divindade de Cristo publicados na revista A Sentinela lê-se: ‘Embora tendo existido muito tempo antes de Abraão, Jesus não é sem princípio. À diferença do seu Pai, que é ‘de tempo indefinido a tempo indefinido’ se diz que o Filho teve ‘origem’ (..) O próprio facto de Jesus ser chamado o ‘Filho de Deus’ revela que foi produto do Pai...’ (A Sentinela, 15 de Fevereiro de 1975, pag. 111). Na substância, elas afirmam a mesma coisa que afirmava o herético Ário (280 ca. -336), isto é, que o Filho de Deus não é co-eterno com o Pai mas é também ele uma criatura de Deus e por isso não pode ser Deus. Ário dizia de facto: ‘Nem sempre Deus foi pai, não o foi quando Deus estava sozinho, e não era ainda pai: depois tornou-se pai. Nem sempre houve o filho, já que todas as coisas tendo saído do não ser, e todas as coisas que são passaram a ser, porque foram criadas e feitas, também o próprio Verbo de Deus saiu do não ser, e houve tempo em que ele não era, e não era antes que passasse a ser, mas teve também ele o princípio de sua criação...’. Para sustento desta doutrina que nega a divindade de Cristo porque considera Jesus uma criatura de Deus, as Testemunhas de Jeová tomam prevalentemente estas passagens da Escritura: "O Senhor me formou no princípio de seus caminhos.... " (Prov. 8:22); "O qual é... o primogénito de toda a criação" (Col. 1:15); "Isto diz o Amém... o princípio da criação de Deus" (Ap. 3:14); "O Pai é maior do que eu" (João 14:28) [ 7 ]. As Testemunhas de Jeová consideram que Jesus Cristo antes de vir a este mundo era o arcanjo Miguel: ‘Miguel era o nome do Filho de Deus antes que deixasse o céu para tornar-se Jesus Cristo e é também depois que voltou para lá’ (Estudo Perspicaz das Escrituras, vol. II, Roma 1990, pag. 277-278) [ 8 ]. A mesma coisa que considerava Russell, de facto este disse: ‘Como Príncipe dos anjos e próximo do Pai, Ele foi conhecido como ‘Arcanjo’ (anjo ou mensageiro superior), cujo nome, ‘Micael’ significa: ‘Aquele que é como Deus’ ou ‘o representante de Deus’ (Russell, op. cit., pag. 71). Portanto, segundo elas o Miguel que no livro do Apocalipse foi visto combater no céu junto com os seus anjos contra o diabo e os seus anjos é Jesus Cristo. As razões que aduzem são estas: 1) O nome Miguel significa ‘Que é semelhante a Deus’. Por isso Miguel deve ser alguém que reivindica a soberania de Jeová demonstrando que ninguém é comparável a Ele’ 2) O título arcanjo é usado com referência a uma única pessoa Jesus Cristo, de facto, Paulo diz dele que o próprio Senhor descerá do céu com grande brado e com voz de arcanjo. |
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Por quanto diz respeito ao nascimento virginal de Jesus elas não o negam: ‘Transferida a sua vida perfeita sem pecado desde o céu até o ventre da virgem judia, Jesus nasceu como um humano..’ (Seja Deus verdadeiro , pag. 41). A tal propósito dizem que o Espírito Santo teria transferido para o ventre de Maria, a força vital (que é a capacidade de viver) de Miguel [ 9 ]. À força vital depois deve ser acrescentada a memória daquilo que Miguel-Jesus era no céu. Estes dois elementos, força vital e memória, fazem a continuidade entre Miguel e Jesus. Para as Testemunhas de Jeová, dado que Ele não era Deus, Jesus na terra não tinha duas naturezas, isto é, uma divina e uma humana, porque era somente um homem. Como veremos também a seguir as Testemunhas de Jeová ensinam também que Jesus foi por Deus gerado como filho espiritual no Jordão depois que foi baptizado por João nas águas do rio; em outras palavras, para elas, foi quando o Espírito Santo desceu sobre ele que Ele se tornou o Ungido de Deus, e o Sumo Sacerdote de Deus. ‘Reconhecendo-o como Seu amado Filho, Deus gerou a Jesus para ser de novo seu Filho espiritual em vez de humano [ 10 ]. Derramando o Seu espírito santo sobre o Jesus baptizado (...) Jesus tornou-se o Messias (...) deste modo veio a ser na realidade Jesus Cristo ...’ (Seja Deus verdadeiro, pag. 40) [ 11 ]. |
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Por quanto diz respeito à sua obra expiatória as Testemunhas de Jeová ensinam que para que o género humano pudesse ser libertado da escravidão do pecado e readquirir o que de precioso Adão perdeu pecando, era necessário que fosse pago um preço correspondente, portanto que alguém oferecesse uma vida perfeita sem pecado; e Jesus fez precisamente isso quando morreu na estaca de tortura, sim porque Jesus não morreu na cruz, mas numa estaca. E portanto aqueles que crêem em Jesus são libertados do pecado e recebem o direito de viver eternamente. Mas como veremos a seguir, nem todos aqueles que exercem fé em Jesus podem ser justificados (plenamente nesta vida), nem todos podem nascer de novo, nem todos podem ir viver para o céu com Jesus, porque este privilégio está reservado só para um grupo de crentes, exactamente 144.000; todos os outros estão destinados a viver eternamente na terra como súbditos dos 144.000, mas depois de terem passado por uma escola durante o milénio e depois de terem passado a prova final no fim do milénio. Tudo coisas que veremos melhor a seguir, quando falarmos da justificação, do novo nascimento e da salvação, e do milénio. |